
Trata-se da coleta de informações sobre raça/cor, sexo e identidade de gênero dos(as) magistrados(as) e dos(as) servidores(as).
A autodeclaração irá auxiliar o implemento de políticas públicas judiciárias de equidade racial baseadas em evidências no Poder Judiciário.
O objetivo é concretizar o Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial e também subsidiar a construção de políticas judiciárias afirmativas, especialmente para dar cumprimento à Resolução CNJ n.º 203/2015, que dispõe sobre a reserva de vagas aos negros.

